A agressividade infantil e o Bullying nas escolas

12 abril, 2009 por Anita Mulher  

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Do ponto de vista do desenvolvimento humano, a agressividade é a arma daquele que se sente acuado, impotente, com dificuldade de se impor e de expressar aquilo que sente de forma que o outro o entenda e respeite.


Pode-se dizer que a agressividade é uma atitude de defesa, e é, para o ser humano, o recurso do mais fraco, do menos criativo, sendo também a ferramenta dos impulsos vindos do nosso instinto de sobrevivência. Aquele que não amadureceu as emoções e os sentimentos e, que ainda não fez, de maneira eficaz, a jornada do autodescobrimento e da auto-educação lança mão dos instintos para se proteger ou como forma de reagir a um desafio.

Aquele, por outro lado, que desenvolve uma certa dose de maturidade e o senso de autoridade pessoal, em situações de crise usa o bom senso, a diplomacia, o respeito, a objetividade, a firmeza, a compaixão, pois sabe exatamente quem é e, qual seu papel naquele momento.

Crianças que apresentam esse comportamento muito agressivo, são de forte temperamento, inconformadas com a falta de autoridade que percebem em seus pais. Esta falta de autoridade, expressa através do autoritarismo ou da falta de atitude, é entendida pelas crianças como indiferença, como falta de afeto.

Criança precisa receber limites claros e objetivos de seus pais, para se sentirem seguras e, só coloca limites claros e objetivos quem se auto conhece e tem um bom senso de limite pessoal e interpessoal.

Quando não fica claro para a criança a autoridade natural dos pais, o que ocorre é que se cria um impedimento ao desenvolvimento sadio de seu próprio senso de autoridade e de poder, que deveriam ser pautados em dignidade, auto-respeito e amorosidade.

Nesta fase, dos três aos seis anos, em especial, uma certa dose de agressividade é considerada normal, porque a criança pequena ainda não sabe direito lidar com suas emoções, necessidades, sensações, sentimentos, com sua energia pessoal e ambiental, e nem se expressar de forma a se fazer entender totalmente. Entretanto, mesmo essa agressividade precisa ser orientada e cuidada, para que a criança sinta-se suficientemente segura do afeto dos pais, para reconhecer suas emoções e sentimentos, aprendendo sobre eles e sobre como administra-los. Ignorar a atitude agressiva da criança não é um bom caminho.

Tomar atitudes igualmente agressivas para coibir o filho é igualar-se a ele, disputando poder de igual para igual, o que também não dá certo.

Contudo, apesar de não haver fórmulas mágicas para curar esta problemática, existem sim, muitos caminhos e alternativas viáveis.

No caso dos pais que lidam, cotidianamente, com explosões de raiva de seu filho pequeno, o exercício da autoridade requer que expressem respeito, amor e firmeza; que coloquem limites claros, através de atitudes envoltas em qualidades suaves, nutridoras, disciplinadoras e objetivas.

Isto os leva a precisarem adquirir condição de em primeiro lugar entender o que está se passando no mundo interior de seus filhos, que faz com que usem a violência ao invés de outros recursos internos. Após o que podem orientar os seus filhos sobre o que fazer com relação àquilo que está gerando o comportamento agressivo e que pode ser tanto a indignação, o medo, a raiva, a frustração ou a impotência que sentem, para que estas crianças possam aprender a lidar com estes sentimentos.

Por outro lado, devem ensinar aquele filho que se sente repleto de animosidade, sobre a raiva, sobre as frustrações inerentes à vida, sobre o perdão, a compreensão, a paciência, o altruísmo, a solidariedade e a fraternidade, sempre através de atitudes firmes e objetivas, pacientes e amorosas, que demonstrem empatia com a dor da pequena criança e ao mesmo tempo disposição em ajudá-la a superar ou conviver com aquilo que lhe incomoda.

Lembrando que o processo de educar, de ensinar, de criar laços verdadeiros de afeto e cumplicidade é algo que leva tempo, que não se impõe e nem se consegue através da força, das chantagens ou da manipulação e muito menos através dos excessos do poder.

Isto exige pais com disposição para a paternidade e que tenham capacidade de usar o poder de forma amorosa para resolver conflitos, por isso a necessidade de que “trabalhem” suas emoções e seu lado espiritual também.

DENUNCIAS: DISQUE 100

-> Bullying vai muito além da brincadeira sem graça

Esse termo não tem um correspondente em português. Em inglês refere-se à atitude de um bully (valentão). Objeto de estudo pela primeira vez na Noruega, o bullying é utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica contra alguém em desvantagem de poder, sem motivação aparente e que causa dor e humilhação a quem sofre. “É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, pedagoga pioneira no estudo do tema no país e autora de Bullying Escolar (Artmed). Segundo ela, o bullying pode acontecer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho. “Identificamos casos de bullying em escolas das redes pública e privada, rurais e urbanas e até mesmo com crianças de 3 e 4 anos, ainda no Ensino Infantil”, comenta.

Para o presidente do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Buylling Escolar, José Augusto Pedra, o fenômeno é uma epidemia psico-social e pode ter conseqüencias graves. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa. Crianças e adolescentes que sofrem humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem ter queda do rendimento escolar, somatizar o sofrimento em doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. “Se observa também uma mudança de comportamento. As vítimas ficam isoladas, se tornam agressivas e reclamam de alguma dor física justamente na hora de ir para escola”, detalha José Pedra.

Até as testemunhas sofrem ao conviver diariamente com o problema, mas tendem a omitir os fatos por medo ou insegurança. Geralmente, elas não denunciam e se acostumam com a prática – acabam encarando como natural dentro do ambiente escolar. “O espectador se fecha aos relacionamentos, se exclui porque ele acha que pode sofrer também no futuro. Se for pela internet, no cyberbullying, por exemplo, ela ‘apenas’ repassa a informação. Mas isso o torna um co-autor”, completa Cléo Fante.

O bullying, de fato, sempre existiu. O que ocorre é que, com a influência da televisão e da internet, os apelidos pejorativos foram tomando outras proporções. “O fato de ter conseqüências trágicas, como mortes e suicídios, e a falta de impunidade proporcionou a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema”, aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro “Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil”.

Como identificar vítima e agressor

Depressão, baixo auto-estima, ansiedade, abandono dos estudos – essas são algumas das características mais usuais das vítimas. De certa forma, o bullying é uma prática de exclusão social cujos principais alvos costumam ser pessoas mais retraídas, inseguras. Essas características acabam fazendo com que elas não peçam ajuda e, em geral, elas se sentem desamparadas e encontram dificuldades de aceitação. “São presas fáceis, submissas e vulneráveis aos valentões da escola”, explica Cleo Fante, especialista no assunto.

Além dos traços psicológicos, as vítimas desse tipo de agressão apresentam particularidades, como problemas com obesidade, estatura, deficiência física. As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos. “Também pode acontecer com um novato ou com uma menina bonita, que acaba sendo perseguida pelas colegas”, exemplifica Guilherme Schelb.

Os agressores são geralmente os líderes da turma, os mais populares – aqueles que gostam de colocar apelidos nos mais frágeis. Assim como a vítima, ele também precisa de ajuda psicológica. “No futuro, este adulto pode ter um comportamento de assediador moral no trabalho e, pior, utilizar da violência e adotar atitudes delinqüentes ou criminosas”, detalha LélioCalhau.

Como prevenir o problema na escola

Para evitar o bullying, as escolas devem investir em prevenção e estimular a discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos. Para os professores, que têm um papel importante na prevenção, alguns conselhos dos especialistas Cléo Fante e José Augusto Pedra, autores do livro Bullying Escolar (Artmed).

• Observe com atenção o comportamento dos alunos, dentro e fora de sala de aula, e perceba se há quedas bruscas individuais no rendimento escolar.
• Incentive a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças através de conversas, trabalhos didáticos e até de campanhas de incentivo à paz e à tolerância.
• Desenvolva, desde já, dentro de sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos.
• Quando um estudante reclamar ou denunciar o bullying, procure imediatamente a direção da escola.
• Muitas vezes, a instituição trata de forma inadequada os casos relatados. A responsabilidade é, sim, da escola, mas a solução deve ser em conjunto com os pais dos alunos envolvidos.

Como a família pode ajudar

Os pais devem estar alertas para o problema – seja o filho vítima ou agressor pois ambos precisam de ajuda e apoio psicológico. Veja as dicas dos especialistas Cléo Fante e José Augusto Pedra, autores do livro Bullying Escolar (Artmed).

• Mostre-se sempre aberto a ouvir e a conversar com seus filhos.
• Fique atento às bruscas mudanças de comportamento.
• É importante que as crianças e os jovens se sintam confiantes e seguros de que podem trazer esse tipo de denúncia para o ambiente doméstico e que não serão pressionados, julgados ou criticados.
• Comente o que é o bullying e os oriente que esse tipo de situação não é normal. Ensine-os como identificar os casos e que devem procurar sua ajuda e dos professores nesse tipo de situação.
• Se precisar de ajuda, entre imediatamente em contato com a direção da escola e procure profissionais ou instituições especializadas.

PARA DENUNCIAR DISQUE 100 número nacional criado para denunciar crimes contra a criança e o adolescente.

informações de somostodosum.ig por Thais Accioly e érevistaescola.abril.

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Comentários

42 Respostaspara“ A agressividade infantil e o Bullying nas escolas”
  • claudinne disse:
    Poise é muitoo chatoo fikaa sofredoo bullying eu tbim sofro muito na escola i aonda eu estiver eu sofroo
  • Anita Mulher disse:
    Se precisar de ajuda, entre imediatamente em contato com a direção da escola e procure profissionais ou instituições especializadas. Você pode pedir ajuda aos seus pais, a direção da escola se for o caso, para ligar para o Disque 100 e fazer a denúncia, esse é o número nacional criado para denunciar crimes contra a criança e o adolescente.
  • deivisson disse:
    quero denuncir um colega como que faço?
  • daniel e amanda disse:
    oi tudo bem
  • Elane Mendonça disse:
    Como faço pra ajudar minha filha?! “como posso fazer para denunciar amigos que faz bully na escola com minha filha…não aguento mais ver meu anjo sofrer.

    por amor de Deus me ajude!!!!

  • ana vitoria disse:
    eu fazia isso com meus colegas ameaçava de bate na hora de inbora mas minha mãe conveso comigo e eu parei
  • sandra disse:
    gostaria de saber quais as causas do agredido permitirem a agressaõ e saber se duas crianças de 8 anos que perceberam a fragilidade emocional do meu filho (de tmbm 8 anos) e unem-se e excluem ele. meu filho eh quem reage agressivamente e perde sempre a razão. A escola ja percebeu isto e tenta ajudar meu filho, mas acho que estão minimizando o problema. Meu filho tem se queixado muito de que odeia qdo os amigos fdazem isto. sabe que eles fazem par PROVOCÁ-LO mas percebo que ele fica muito incomodado.As tres crianças competem muito o amor do meu marido que eh pai do coração do meu filho, neto de uma delas e o terceiro o adotou como avó.Fico a pensar se isto eh uma forma de bullyng e se precisamos de ajuda psicoterapeutica. O que faz meu filho não sabe se defender ou não teer esta maturidade.?
  • janeamar reis disse:
    Olá!!! Tenho um filho de 12 anos, moro numa cidade do interior de goiás Itajá, onde não se tem lei, aqui conselho tutelar,delegado e etc. fazem amizades e por isso torna se complicado cumprir as leis. Eu já mudei daqui uma epoca pq. as crianças chingava muito meu filho + não posso viver fora daqui, pq. e aqui q. trabalho então voltei, coloquei ele numa escola particular em cassilandia cidade vizinha aqui fica 20km, ele vai de kombi um transporte inlegal por ser interestadual e não ter cinto de segurança e super lotação + já fiz denincia no deptºANTT e nada foi resolvido, meu filho foi agredido dentro da kombi quando chegava em itajá, o motorista parou para deixar uma criança e o outro motorista de outra kombi levou os alunos dele para bater no meu filho, juntou 4 alunos e arancou meu filho da kombi e bate até quando quiz e ninguem fez nada, eu fiz um bo na delegacia + nada foi feito e coloquei um advogado e até agora nada, os pirueiros então de boa andando e tudo normal , só meu filho q. teve baixo rendimento na escola ficando de recuperação e com febre nause anoite.oq. posso fazer + para q. isso tenha uma punição….obrigada
  • tainara disse:
    oiiii
  • bruna disse:
    hey..hey..hey lá na escola uma menina cortou meu braço com um estilete e me bateu…no outro dia ela reuniu um grupo de 10 meninas..e raspou metade do meu cabelo..maix o pior é que tive tanta vergonha ki..não queria maix ir na escola..fikei durante 3 meses en casa até na rua da minha casa elas me batião até ki tentei me matar cortando meu pulso com um estilete ki elas mesmas tinham me dado
  • eliane disse:
    ESTOU VIVENCIANDO ESTE GRANDE PROBLEMA,E É NUMA ESCOLA PÚBLICA NO RJ,TENHO UMA FILHA DE 6 ANOS E ELA ESTA SENDO INCOMODADA POR UMA AMIGUINHA EM SALA DE AULA,Ñ DEIXA QUE OS OUTROS SE APROXIME DELA,COLOCA APELIDO,PEGA AS COISAS DELA E Ñ DEVOLVE,CHEGANDO A UM PONTO DE MINHA FILHA Ñ QUERER MAS ESTUDAR,PEDIU PARA QUE EU A TIRASSE DA ESCOLA.FUI A PROFESSORA E A MESMA DISSE QUE NADA ACONTECIA DENTRO DE SALA DE AULA,MAS MINHA FILHA FALOU QUE LOGO ÁPOS MINHA SAIDA ELA CHAMOU A CRIANÇA ATENÇÃO,SINAL DE QUE ELA SABE E JÁ PRESENCIOU AS GRACINHAS DA MENINA CONTRA MINHA FILHA.PEDI QUE COLOCASSE ESTE ASSUNTO EM PAUTA PARA A REUNIÃO,POIS É MUITO IMPORTANTE E TODOS TEM QUE TOMAR CIENCIA,CABE AOS PAIS ACONPANHAR SEUS FILHOS E SABAER TOMAR PRVIDENCIAS,PARA QUE ESTE GRANDE MAL ,Ñ MACHUQUE NOSSOS FILHOS.
  • yumi disse:
    Hey na minha ecola todo mundo me zoa. Tenho 11 e sou baixa
    Eu odeio bullying um dia perdi o controle e chutei um menino lá dentro por que ele me agrediu de verdade
  • lais disse:
    eu acho isso um pouca vergonha
  • Ledo disse:
    Conheço uma criança de 7 nos que é vítima constante de outros amiguinhos e o colégio acha tudo isto normal até chegar ao ponto de acharem que a vítima faça um tratamento psicológico por que não aguentar os desaforos e as agressões e querem que ele ature com a maior naturalidade, e o pior que o problema foi descutido na reunião dos pais e os mesmos se levantarm e foram embora, sendo que seus fihos de apenas 7 anos formam “grupos” dos que se dão bem e os outros dos não, onde vamos parar com esta venda nos olhos? o problema está na cara , mas se negam em enxergar e a escola não quer saber, pois por ser particular tem receios de autoridade e os pais acabarem tirando seus filhos do estabelecimento, infelizmente na cabeça deles mais vale 1 aluno fora do que um grupo inteiro infestado pelo bullying.Espero que isto tenha um fim….
  • Renata disse:
    O bullying é uma prática que vem crescendo em todas as escolas brasileiras sejam elas públicas ou particulares. Está na hora das autoridades, pais , alunos , comunidade encararem este novo “fenômeno” como uma praga que avança sobre os nossos filhos.
  • Junior disse:
    oi, eu sou aluno da escola joão prado e se voces quiserem realmente ver violencia vejam a briga no youtube aqui está o endereço : http://www.youtube.com/watch?v=GChg6PMleXU copie e cole este endereço, e veja o verdadeiro bulling.
  • Ebenezia disse:
    eu tenho uma filha de 7 anos,ela esta na segunda séria,esses dois ultimos anosela caiu mutio o rendimento,no ano passado quando eu chegava na escola na saida da aula,vinha sempre vários coleguinhas dela me dizer que ela ainda estava na primeira questão,e ai ficavam todos rindo dela,e ela se queixava tbm que ficavam todos chamando ela de baleia assassina.Esse ano professora fica dizendo pra ela assim( não sei o que que você esta fazendo na segunda série você tem que voltar para primeira série),e diz para a moça do tramporte também que ela(minha filha) é especial que eu tbm tenho que procurar uma escola especial pra ela pq ela não consegui acompanhar a turma que ela regrediu ,fica todos rindo dela,eu gostaria de saber se isso é bullyng e oque eu devo fazer ?
  • Joima Nunes Alentejo disse:
    Gostaria de saber como agir pois a alguns anos atraz minha filha foi vitima desse ato dentro do ciep 240 e brizolao Aroudo Teixeira Valadão pois oa reclamar com professora Dione sobre as atividades não corregidas a dirigente e diretora do ciep a Sonia chamou minha filha em sua sala e a agrediu fiscamete episcologicamemte rasgando o caderno e jogando em seu rosto não foi mas intença a agressão por que a mesma foi interompida por uma foncionaria minha filha ficou com um trauma muito grande com medo de fala no colegio isso atrapalhou muito em seu desenvolvimemto educacional pois por ja apresentar outros problemas deixei passar como um ato izolado na epoca estava gravida e muito fragil hoje vejo o quanto prejudiquei no aprendizado e na sua formacão proficional da minha filha pois a mesma fica repitindo de circulo por nao ter coragem de tira suas duvidas com os professores.Na epoca ela cursava a 1ª série, ela ficou com trauma de fazer provas por que ela não vai passar e ela acha que vai se repetir o ato da agressão, na epca por falta de orientação não tornei publico o fato! Espero que não esteja acontecendo fatos izolados com esses, pois o ciep continua com a mesma direção!Obs.: Desculpe se tem erros de português é por que eu estou aprendendo a usar o computador agora.
  • wandelei disse:
    NUNCA MAIS NUNCA PRATIQUE O BULLING EU JA FUI VITIMA QUEBREI A MAO E OS PES E O NARIZ E A MAO ESQUERDA
  • filpi disse:
    eu ja sofri bullyng por nove anos naum era de agreção mais era vebal
    chorava todos os dias
    tive que ter acompanhamento pisicologico
    parei de me interessar pelos estudos…
    eu as veses pennso
    pq as pessoas fazem isso…????????????????????
    elas naum tem coraçao
    ja pensei em suicidio varias veses
    se naumj fosse pela minha familia
    e por minha pisicologa
    talvez eu naum estaria aqui…
    ai um dia eu mudei de colégio tive muitos amigos e tals
    mais o bulling sempre me afetava doia muito
    as veses chorava comigo mesmo
    vc pode tentar fugir do bulling mais ele sempre estara na sua cabeça
    sempre!
    por favor pensem… reflitam… naum façam esta agressoa coloque-se no lugar das pessoasque sofrem!!!!!!!!!!!!!!!
    parem
  • Anita Mulher disse:
    É muito triste. Mas isso não deve ficar por isso mesmo, tem que ser conversado, tem que pedir ajuda, orientação, mas o pior é que muitas vezes não sabemos ao certo o que fazer quando estamos cara a cara com a situação. :(
  • Eunice disse:
    Eu não pratico bullyng e nem sofro com isso, mais é triste saber que tem gente que pratica e outras que sofre com o bullyng.
  • bruno disse:
    eu tenho 10 anos e pratico bullyng quase todo momento
    somente uns 10% é verbal o resto na porrada ,ja troquei de escola 45 veses e de municipio 34
    antes os outros me agrediam e chingavam o tempo todo eu tinha medo fazer algo mas agora criei coragem e me sinto mal por fazer isso me ajudem!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    __ __
    l@ @l
    j
    ______

  • wilma disse:
    esse negorcio de bulling realmente não tem graça isso e coisa de alguen que não recebel educãção em casa ja sofri muito com isso eu ja cheguei a chorar na escola na frente de todo mundo isso é a pior umilhação que alguem pode receber faltor pouco pra eu ficar com depreção mais minha mãe cuido rapido de porisso eu pesso a quelas pessoas que praticam ese tipo dd coisa não faça isso se não voce vai machucar muito alguem.

    não pratique o bulling

    “wilma”

  • sou vitima de buliing a mais de 30 anos toda vez que chego na escola meus ‘colegas’ de classe me chigam é me batem não aguento eu odeio meus cilegas de classes.
  • luciene disse:
    odeio violencia esse negorcio de bulling não tem a menor graça ta ligado quero ver fazer isso comigo pra eu quebrar o peu eh comigo e assim ta ligado.
  • Amanda Lima disse:
    eu também sofro de bulling na minha escola, uso colete por causa de um desvio de 40º graus na minha coluna (escoliose) e os meus amigos me olham com outros olhos, antes eu era admirada por todo mundo.. hoje as pessoas me chamam de feia e tals.. isso me deixa extremamente chateada, sempre recebo apelidos dos meus colegas: LORO (por causa que eu o loro fica dentro da gaiola e eu fico dentro do colete) e JAMES BOND (porque em uma fase do jogo do 007 ele usa coletes) =/ aliás há uns 6 meses atrás passaram corretivo na minha cadeira e como não dá pra olhar pra baixo, sentei e minha calça manchou toda!
  • Regiane R. Pontes disse:
    o meu filho de 6 anos esta sofrendo na escola, por ele ser gordinho, os coleguinhas não o deixam em paz e ele agora esta agressivo bate nos colegas e não quer mais ir a escola o problema é que eu ja reclamei na escola e ninguém toma uma providencia.o que faço? alguém me ajude por favor.
  • Dênia disse:
    Minha sobrinha de 5 anos está na pré-escola, sofre com bullying, a outra coleguinha já foi indentificada, mas a professora sabe mas não fez nada para coibir essas agressões, minha sobrinha tem baixa auto-estima com leve depressão ,preciso de ajuda como chegar na escola sem pular hierarquia e fazer uma reclamação, e quais os orgãos competentes posso estar procurando para comunicar que este tipo de agressão possa parar, por favor entre em contato por email, está sendo dificil ver a minha sobrinha sofrer em silencio. Agradeço desde já.Obrigada.
  • ANDRESSA LIMA DE OLIVEIRA disse:
    EU ANDRESSA LIMA SOFRO
    DE BULLYING ME AJUDAR
  • joana do Nascimento disse:
    eu felismente não sofro isso mas eu ja assisti um filme sobre bullyng isso eu quase chorei é muito triste ver isso acho mque os paes de agressores devem conhecer os seus filhos e acompanhalos na escola.Na minha escola eu nãõ sofro mas eu tb não pratico esse tipo de maldade na minha escola mas eu tenho varios am
    igos que praticam isso é triste de mais ver seus colegas serem agredidos tchau beijossssssssssssssssssssssssss temtem superar isso galera s2
  • Devemos levar esse assunto,às esferas do governo, para que tenhamos
    recursos,de fato, para agirmos,imediatamente.A esfera pública fecha os
    olhos, para todos os problemas endêmicos, como faz com as drogas,por-
    que a maioria dos usuarios de drogas, vota, assim como os bulímicos e
    anoréxicos
  • Anita Mulher disse:
    Ola pessoal, realmente essa uma realidade extremamente triste e revoltante, a gente não sabe a quem procurar, alguns pais que deveriam ajudar acabam piorando a situação, ate mesmo por falta de conhecimento do que esta ocorrendo com os filhos, assim como professores e pessoas que deviam ir contra a este tipo de coisa. Mas quem sofre de bullying deve denunciar, pois isso é crime, deve procurar ajuda de alguem responsavel, deixá-lo ciente do problema e e se as coisas continuarem, levar o caso aos diretores do colégio, aos pais da criança agressiva, ou ate mesmo um advogado, para isso precisará contar com a ajuda de testemunhas, outras pessoas que presenciam a situação. Em breve colocarei outra matéria falando mais a respeito disso e de como evitar.
  • Kika disse:
    Ola. Eu estou sempre a ser gozada pelos meus colegas, já ha 7 anos. Simplesmente nao aguento mais, ja se torna repetitivo, é quase todos os dias e eu sinto-me sem forças, só me apetece chorar. Nao tenho paciencia para nada, nem para estudar nem nada. Sofro de bastante ansiedade e nao sei do qe é, ja que nem eu tenho explicação. Depois o meu pai em casa so me deita abaixo e ate usa coisas que os meus amigos dizem sem querer. O que e que eu posso fazer? Mudei de escola mas como calhei com alguns amigos voltou tudo ao mesmo. Por favor ajudem.me. Sinto-me em baixo, sinto-me uma merda pegada. Por favor :’(
  • Raquel disse:
    A minha filha foi vítima na escola, onde a coleguinha a zunhou por todo o rosto. O fato me chocou não pela criança, mas sim, pelo posicionamento, aliás, pela falta de posicionamento da escola e mais ainda a atitude dos pais das crianças que até então não compareceram à escola, e, sem falar, na expressão usada pela coleguinha ao bater em minha filha:”…minha mãe disse que era pra eu arregassar até o sangue descer”, isso me fez repensar a posição dos pais em relação a criação e o que eles esperam dos nossos futuros jovens; e ao final ela olhou pro rosto da minha filha e disse:”.. ainda bem que foi o seu e não o meu, pois o meu rosto está limpinho.” Bem, já estive na escola, já liguei, e até então nehuma posição. E agora?
  • Gabriella disse:
    estamos fazendo um trabalho em sala de aula falando sobre o bullying, mós lemos o livro ” como é duro ser diferente” ele nos conta como é ser diferente dos outros amigos, isso gera preconceito, macismo, mangações e etc.
  • Maressa Fogaça da Silva disse:
    eu sofro
    de bulyng na escola tanto é
    qe colaram chicletis na
    minha cadeira!!!
  • Julia Lourençao disse:
    Oi meu nome é julia, em julho de 2009 eu e mais 33 jovens gravamos um video sobre violencia. ele mostra como pequenas açoes podem quebrar o ciclo da violencia. é bem interessante. vale a pena assistir!
    http://www.youtube.com/watch?v=KKksW9adLMg
    eu beijo a todos
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    1. Patrick disse:
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    2. Suelen Rondon disse:
      A agressividade infantil e o Bullying nas escolas: http://tinyurl.com/yhft2gw
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