Alergia a esperma é mais comum do que se imagina

Não, não é uma desculpa mais criativa para substituir a repentina dor de cabeça na hora do sexo, mas sim uma realidade para muitas mulheres. Por mais estranho que pareça, cerca de 30 mil mulheres só nos Estados Unidos sofrem de reações alérgicas ao esperma de seus maridos.

A declaração é do dr. Andrew Goldstein, do Centro Médico da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, ao site Abcnews.com.

A hipersensibilidade ao sêmen não é tão rara quanto parece e, segundo o diretor da divisão de alergia do Hospital Presbiteriano de Nova Iorque, Dr. David Resnick, ao jornal NY Daily News, pode dar as caras em diferentes fases da vida da mulher, da primeira relação sexual até mesmo após um período de abstinência – como uma gravidez ou um pós-parto.

De acordo com Resnick, em aproximadamente uma hora após o ato sexual uma mulher alérgica pode desenvolver urticária, inchaço nos olhos, diarreia e mesmo dificuldades para respirar. “O corpo reconhece o sêmen como uma proteína estranha assim como reconheceria uma alergia a amendoim ou pólen. Você pode ter coceiras ou inflamação de terminações nervosas, entre outros”, explicou Goldstein.

Apesar desta hipersensibilidade trazer maiores implicações para mulheres que querem engravidar, a alergia pode ser tratada – embora muitas vezes seja confundida com alguma outra condição vaginal ou até mesmo com alguma DST. No entanto, segundo Resnick, o diagnóstico é fácil: “Se você sentir ardor e inchaço com relações sexuais sem preservativos, você pode ser alérgica ao sêmen de seu marido”, afirma. Neste caso, o melhor é consultar seu ginecologista.

Fonte: IG

Veja também!