24 responses

  1. Silvana
    30 de outubro de 2015

    Texto fake. Jabor não escreveu isso. Usar o nome de qualquer outra pessoa a fim de chamar a atenção pra um assunto e dar mais crédito à uma linha raciocínio é tão baixo quanto a traição.

    O Jabor tem muito mais capacidade de escrever um texto melhor e preocupação com questões realmente relevantes.

    Ele realmente estaria preocupado com o homem moderno se ele está com medinho de tomar um chifre ou não?

    Eu espero que quem realmente escreveu esse texto esteja com a vida amorosa e sexual hj resolvida, e de quem concorda e acha esse texto um máximo também.

    As pessoas podem escolher ser várias coisas, mas não escolham ser mal informados.

    Cada coisa que a gente encontra na internet.

  2. Erimar
    14 de abril de 2013

    Antes tivese entrado no Facebook ,., Mulher trai d safada , mulher dve ser fiel .

  3. Francisco Sampaio
    9 de outubro de 2012

    Muito bom…

  4. Samantha Jones
    4 de abril de 2012

    achei outro massa somefaltaumpinto.blogspot.com.br/

  5. paula
    27 de setembro de 2011

    bom concordo plenamente com ese texto e triste de se ler mas e mais pura realidade que vivemos nos dias de hoje!!!!!

  6. THIAGO JAMAICA
    27 de junho de 2011

    1)É mesmo do Jabor este texto?
    2)que tipo de mulher é essa?
    3)Defesa:O cara não pode fazer nada que um homem de verdade tem que fazer, não sejamos hipócritas você não gostam desse biotipo ”pau mandado” descrito neste texto.

  7. Caio Rezende
    13 de novembro de 2010

    Larissa Ferrari , achei seu comentário genial , o raciocínio científico e filosófico se baseiam no ceticismo e investigação assim como na negação de argumentos de autoridade, no seu comentário você fez tudo isso pensou de forma crítica e ousou negar a autoridade e credibilidade do Arnaldo Jabour, parabéns Carl Sagan sentiria orgulho da sua atitude.
    O texto do arnaldo Jabour evidencia um problema que vem tomando força nas relações afetivo amorosas na atualidade, a animalização do ser humano, o ser humano posto como objeto.Esse problema vem atormentando muitos homens e muitas mulheres e isso é nefasto, aonde foi parar a compaixão e o amor.
    Se um homem não satisfaz a sua parceira sexualmente tão bem quanto o “concorrente” ou não lhe fornece todos os recursos financeiros que ela esperava ele é traído ou largado, gente isso é um absurdo aonde está a ética.
    A visão que se passa com textos como esse é que se o objeto homem não for suficiente para suprir os prazeres da mulher então ele é trocado, assim como na socidade de consumo que vivemos onde o mesmo ocorre com o carro ou outro bem de consumo.
    O sexo sem dúvida é uma atividade bastante prazerosa ainda mais com o condimento do amor, mas ainda assim não supera o prazer do carinho de amar e ser amado, da confidência da amizade que é muito possível entre um homem e uma mulher já que ao meu ver suas naturezas se complementam de diversas maneiras.
    Encerro meu depoimento com a máxima “Gostamos de alguém por suas qualidades mas é aceitando seus defeitos que amamos essa pessoas”
    Viva o diálogo , a tolerância , a ética , e o respeito pelos sentimentos dos outros.

  8. Larissa Ferrari
    17 de agosto de 2010

    1) A que tipo de mulher o texto se refere?
    Ao meu ver às mulheres que apesar de se esconderem atrás da “máscara de mulher moderna”, contaminadas por resquícios sócio-culturais ainda definem sua identidade como nossas avós e bisavós. Ou seja, acreditam que seu valor na sociedade se dá única e exclusivamente através de dois únicos papéis que lhe eram permitidos exercer: o de mãe e esposa

    2) A que tipo de homem o texto se refere?
    O texto provavelmente se refere àqueles homens criados e educados por mulheres do milênio passado, obrigadas a fecharem os olhos para as sacanagens de seus maridos, sob pena de perderem sua identidade social de esposas e, com ela, os meios de subsistência.
    Mulheres modernas desempenham atualmente outros papéis sociais que legitimam e dão sentido à sua existência. São profissionais, amigas, amantes, mães, filhas e podem inclusive escolher entre ser ou não esposas e mães, que certamente são papéis, cuja grande maioria das mulheres gostaria de desempenhar, porém não são mais destinos exclusivos e obrigatórios à existência da mulher. O autor parece estar um pouco confuso. Ele mesmo menciona “estamos em 2008 e não em 1957”, mas parece que não se deu conta disso – ou só se dá conta disso para fundamentar o seu ponto de vista. Sim, estamos em 2008 e isso vale também para as mulheres.

    3) Qual a ideologia do autor?
    a) Ele alerta no começo: “Se não estiver preparada nem continue a ler”. Ou seja, direciona seu discurso diretamente para as mulheres. Repete o procedimento dando dicas à “leitora amiga” de como agir (ou como não agir) para segurar seu marido/casamento (“Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento” / “Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida, faça o seguinte”). Vale lembrar que “segurar casamento” é coisa para nossas avós ou bisavós (novamente, não se esqueça: estamos em 2008 e não em 1957!). Mulheres modernas tem mais o que fazer do que lutar exaustivamente para “salvar” relações afetivas que não lhe são favoráveis, sacrificando sua felicidade em prol de um status sem o qual perderá sua identidade pessoal e social. Divorciada não é mais atestado de doença social.

    b) De visão extremamente machista, resume a essência masculina ao aspecto biológico (“A traição do homem é hormonal” / “se não puder ter acesso a outras
    fêmeas”) e a essência feminina ele reduz à função maternal (“A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal” / . A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia.
    Não é como a da mulher”). Será que o autor se deu o trabalho de pesquisar a respeito do desejo feminino? Ou será que ele fez um exercício bem simples: perguntar aos psicólogos de plantão quais são as temáticas trazidas pelos clientes – homens e mulheres – aos consultórios? Bem, até onde sabemos – e é cientificamente provado – mulheres também têm hormônios. Abra o olho, caro escritor!

    c) Partindo do pressuposto que foi um homem que escreveu o texto, nada mais óbvio do que defender seus interesses pessoais sob sua ótica da realidade. Certamente o autor deve ter tido experiências afetivas bastante pobres e tem uma visão extremamente vazia das relações humanas. O autor faz apologia ao sexo gratuito (Homem adora mulher fácil).

    Enfim, penso que o texto é muito interessante por traduzir um momento social de transição: saímos de um período histórico de repressão-sexual-a-todo-custo para o liberou-geral-uhuuuu! Homens e mulheres ainda estão confusos com seus papéis na relação homem-mulher, buscando meios de construir uma relação saudável respeitando suas diferenças e necessidades. Claro que traições existem e não é de hoje! Claro que existem homens cafajestes – mas mulheres com este perfil também estão em evidência. Num mundo no qual o que vale é o ter (carrões, corpões, mulherões, casa na praia, etc.), muito mais do que o ser, todos aqueles que saem do padrão “sou-o-que-tenho” são vistos como idiotas. Como resultado, observamos pessoas desiludidas e sozinhas com seus pequenos tesouros.

    Como diz o autor, “Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer”. Pelas idéias traçadas no texto, o autor concebe a extração de prazer única e exclusivamente pelas vias sexuais. poderíamos supor tamanha tolice. Se sexo fosse sinônimo de felicidade, não existiria puta triste. Economizaríamos, ainda, muito dinheiro gasto em restaurantes, festa com amigos, viagens, realização profissional, etc em troca de uma “rapidinha”. Sexo é bom – homens e mulheres hão de concordar neste ponto. Mas quem vive exclusivamente disso é dono de motel.

    “O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada ganha ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca corna. O homem corno é um palhaço. Ninguém tem pena do corno. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado”

  9. Nanda
    26 de fevereiro de 2010

    Amei…perfeito pra mim…irei repassar para tds minhas amigas…obrigada!!

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