Homens – A Impotência tem solução!

A inabilidade do homem obter ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória sempre teve uma denominação: impotência. Esse termo, entretanto, além de pejorativo e distante da realidade, é muito pouco científico. O termo mais exato para designar o problema de ereção é disfunção erétil, que pode ser perfeitamente resolvido por um especialista.

Um estudo realizado nos Estados Unidos revelou que existem de10 a 20 milhões de homens com algum grau de disfunção erétil naquele país. Esse número salta para 30 milhões se forem consideradas disfunções (quando o homem consegue a ereção mas ela não é satisfatória). De acordo com este estudo, cerca de 2% de homens até 40 anos têm disfunção erétil manifestada. Nos homens de 40 a 65 anos, a incidência sobe para 25%, número que vai aumentando progressivamente com a idade.

O diagnóstico da disfunção erétil compreende avaliação física e psicológica. O aspecto psicológico é extremamente importante pois o relacionamento sexual satisfatório compreende uma série de estímulos e realizações muito íntimos. Quando o relacionamento do casal está difícil ou quando o homem está com problemas financeiros, stress ou qualquer outro problema que afete o lado emocional, pode haver interferência no processo de ereção.

Por diversas razões muitas vezes o indivíduo com uma disfunção erétil demora para procurar um especialista, por medo, insegurança ou mesmo desinformação. É importante esclarecer que o homem deve sempre procurar orientação médica, pois existem soluções simples e seguras para todos os casos.

Como causas orgânicas, existem problemas hormonais, vasculares e neurológicos. Há ainda doenças e o uso de determinados medicamentos que contribuem para a ocorrência de disfunção erétil. É preciso considerar ainda certos fatores de riscos que contribuem para as doenças vasculares e neurológicas e que, podem interferir no mecanismo de ereção.

Entre os fatores de riscos estão a hipertensão, o diabetes, a doença coronária, o alcoolismo e o tabagismo. O fumo contribui para o desenvolvimento da arteriosclerose, doença que afeta os vasos sangüíneos do corpo inteiro e, portanto os vasos penianos. O álcool é outro fator negativo, que atua como depressor do sistema nervoso e, ao contrário do que se possa pensar, não funciona como estimulante nem melhora a ereção.

Como devem ser considerados os aspectos físico, o psicológico e o comportamental, o tratamento da disfunção erétil deve ser multidisciplinar, ou seja, realizado em conjunto pelo urologista e pelo psicoterapeuta. Quando é feita esta abordagem das possíveis causas, a eficácia do tratamento é sempre maior. Essa abordagem abrange os problemas físicos – detectado pelo urologista por meio de exames – e os eventuais problemas psicológicos – como depressão, ansiedade, crise conjugal, expectativa do desempenho.

A escolha do tratamento vai depender das características da vontade e da disponibilidade do paciente. Um dos métodos utilizados é a aplicação de medicamentos vasoativos no pênis, que provocam a ereção. O paciente utiliza uma seringa própria e faz a auto-aplicação, com a dosagem indicada pelo médico, minutos antes da relação sexual. O método é simples e não apresenta problemas, desde que realizado com acompanhamento médico.

Outra solução bastante eficaz é a colocação de próteses de silicone nos corpos cavernoso do pênis. Por serem semi-rígidas e ao mesmo tempo flexíveis, as próteses possibilitam ao pênis a rigidez suficiente para uma relação sexual plenamente satisfatória e garantem comodidade e discrição na vida cotidiana. Outra vantagem é que a cirurgia da colocação das próteses é bastante simples e rápida, sendo necessário apenas um dia de internação. Nenhum desses tratamentos interfere na ejaculação, no orgasmo ou no desejo sexual do paciente. Por diversas razões, muitas vezes o indivíduo com disfunção erétil demora para procurar um especialista, por medo, insegurança ou mesmo desinformação. É necessário esclarecer que o homem deve sempre procurar orientação médica, pois existem soluções simples e seguras para todos os casos. É importante que o paciente confie no médico que o acompanha. A confiança é essencial para que o médico identifique o problema e estabeleça um vínculo amigável com o paciente.

 

fonte: wmulher/Por: João Paulo Cunha Lima

One Comment

Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *